Uma subida chata, não pela sua inclinação, mas especialmente porque nos obriga a passar pelo disparate de prédios cuja construção está em stand-by há algum tempo. Um erro de planeamento, para uma sede imensa dos construtores em fazer novo, em vez de apostar na requalificação do edificado já existente.
Mas logo, logo entramos numa alameda pedonal, que nos altera novamente o semblante. Aqui encontrámos vários grupos de pessoas, de diferentes gerações, em convívio. É como se nos preparasse para o que está ao virar da esquina, levando-nos gradualmente a esquecer o buliço da cidade.
E à direita, voilá. Chegamos finalmente a uma das entradas do Vale do Silêncio.
Estava um dia óptimo e aproveitámo-lo da melhor forma neste parque.
E depois, de uma tarde de actividade intensa, desfrutando de todo aquele espaço para correr, saltar e jogar à bola, regressamos, contentes e cansados, guardando vontade para mais um fim de tarde assim.
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