Existem várias superstições que incluem a formulação de desejos.
Há semanas, 1 amiga minha recordou-me de um já há tempos esquecido: pegou numa pestana solta minha e pediu-me para pensar num desejo.
Há dias vi este avião a jacto e recordei o que fazia no pátio da minha escola, sempre que o céu nos brindava com tal visão.
Com as 12 badaladas, vêem as 12 passas.
Desejos, objectivos, resoluções. Já fez a lista?
sábado, 31 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Saudades
Com as rotinas diárias, tende-se a esconder ou deixar para mais tarde a vontade e desejo de rever e estar com quem gostamos realmente.
E quando, mesmo apesar de todo o buliço, nos permitimos a tão aconchegantes sentimentos, sabe maravilhosamente bem.
E quando, mesmo apesar de todo o buliço, nos permitimos a tão aconchegantes sentimentos, sabe maravilhosamente bem.
FELIZ NATAL
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
O Inverno chegou
Quando os meus dedos começam a enregelar e o peso das roupas torna-se incómodo, procuro o ténue calor dos raios.
E naqueles instantes em que o gelo dói, que dou por mim a encurvar-me ainda mais, para diminuir a superfície exposta, desejo que o frio voe para outros lados.
Alguns animais migram por largas distâncias, na procura de um equilíbrio entre condições climáticas favoráveis e disponibilidade alimentar. Mas há também outras respostas ao frio, como o tipo de plumagem ou até de alimentação.
Tive a sorte este ano de receber de 1 familiar e de 1 amiga peças de roupa realmente quentinhas.
Este Inverno, apesar do frio, adapto-me e continuo a aproveitar a beleza das caminhadas diárias pelo meu bairro.
Bem-vindo, Inverno.
E naqueles instantes em que o gelo dói, que dou por mim a encurvar-me ainda mais, para diminuir a superfície exposta, desejo que o frio voe para outros lados.
Alguns animais migram por largas distâncias, na procura de um equilíbrio entre condições climáticas favoráveis e disponibilidade alimentar. Mas há também outras respostas ao frio, como o tipo de plumagem ou até de alimentação.
Tive a sorte este ano de receber de 1 familiar e de 1 amiga peças de roupa realmente quentinhas.
Este Inverno, apesar do frio, adapto-me e continuo a aproveitar a beleza das caminhadas diárias pelo meu bairro.
Bem-vindo, Inverno.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Nova descoberta
A partir do momento que identificamos onde encontrar regularmente algo que nos surpreende (neste caso, os cogumelos), temos tendência para fazer os mesmos caminhos, para procurar estudar a sua evolução e ansiando o seu (re)aparecimento.
Mas hoje, quis conhecer outros caminhos. E afinal, também aqui, as surpresas despontam.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Pela manhã
Sinto 1 vontade de cantar /
Acorda a voz /
Agarro a música no ar
La la la...
Ver orvalho tem este poder de me deixar bem disposta logo pela manhã. :)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O Outono cai
O amarelo já desceu, cobrindo agora a manta morta.
Enquanto as árvores se vão despindo, com o frio, as pessoas vão agasalhando-se.
Interessante estas dicotomias da natureza, não?
Enquanto as árvores se vão despindo, com o frio, as pessoas vão agasalhando-se.
Interessante estas dicotomias da natureza, não?
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Evolução dos cogumelos
sábado, 3 de dezembro de 2011
O presente do meu bairro no meu aniversário
No meu dia de anos, encontrei esta prenda linda à minha espera.
Este cogumelo tinha mesmo umas cores vivas, lindas e, muito provavelmente, venenosas.
Perto, estava outro bando de cogumelos, mas não tão atractivos à vista.
Este cogumelo tinha mesmo umas cores vivas, lindas e, muito provavelmente, venenosas.
Perto, estava outro bando de cogumelos, mas não tão atractivos à vista.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Cogumelos noutras paragens
Uma amiga minha, que tem acompanhado as imagens que vou tirando dos cogumelos do meu bairro, trouxe-me esta semana estes.
Ainda não tinha apanhado nenhuns a crescer directamente de troncos velhos.
Bem diferentes do que tenho "apanhado" por aqui.
Gostei.
Quero ver mais, Amiga :)
Ainda não tinha apanhado nenhuns a crescer directamente de troncos velhos.
De Brotas, Alentejo.
Bem diferentes do que tenho "apanhado" por aqui.
Gostei.
Quero ver mais, Amiga :)
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Fugaz
Tudo o que nos rodeia tem o seu tempo de vida.
Mas isso não nos impede de adorar o efémero, o supérfulo, de gastar recursos sem pensar na geração que aí vem.
Se pensarmos a uma escala maior, tudo se torna relativo.
Depois da nossa passagem pela vida, o que queremos que fique?
O que realmente importa?
Durante a nossa passagem, como queremos gastar o nosso tempo?
Olho para o momento que captei. A Maggie terá quanto muito mais 10 anos de vida. Tal como na foto, ela aqui é o elemento mais fugaz, isto é, depois de ela desaparecer, tudo o resto se mantém, com mais ou menos alterações - as pedras da calçada, as oliveiras centenárias, ...
Eu amo aquilo / quem partilho as minhas rotinas, os nadas.
A Maggie pode ser fugaz em relação ao resto da paisagem, em termos de tempo de vida, mas hoje é bem mais importante para mim do que tudo o resto que ali se vê. A sua ausência causa-me 1 vazio, 1 silêncio ensurdecedor pela casa.
Graças à Maggie estou a partilhar parte do meu dia e noite com o meu bairro. Será que depois dela ir, terei aprendido a amá-lo ao ponto de querer continuar com estes passeios diários, apenas para o saudar?
Diz-se que só se ama o que se conhece. Mas eu também quero conhecer melhor o meu bairro, para o amar ainda mais, para que ele se entranhe, para aprender de cor a sua alma.
O que é certo é que já dei por mim sentindo falta da minha paisagem quando vou para outros ares.
As raízes começam a crescer.
Mas isso não nos impede de adorar o efémero, o supérfulo, de gastar recursos sem pensar na geração que aí vem.
Se pensarmos a uma escala maior, tudo se torna relativo.
Depois da nossa passagem pela vida, o que queremos que fique?
O que realmente importa?
Durante a nossa passagem, como queremos gastar o nosso tempo?
Olho para o momento que captei. A Maggie terá quanto muito mais 10 anos de vida. Tal como na foto, ela aqui é o elemento mais fugaz, isto é, depois de ela desaparecer, tudo o resto se mantém, com mais ou menos alterações - as pedras da calçada, as oliveiras centenárias, ...
Eu amo aquilo / quem partilho as minhas rotinas, os nadas.
A Maggie pode ser fugaz em relação ao resto da paisagem, em termos de tempo de vida, mas hoje é bem mais importante para mim do que tudo o resto que ali se vê. A sua ausência causa-me 1 vazio, 1 silêncio ensurdecedor pela casa.
Graças à Maggie estou a partilhar parte do meu dia e noite com o meu bairro. Será que depois dela ir, terei aprendido a amá-lo ao ponto de querer continuar com estes passeios diários, apenas para o saudar?
Diz-se que só se ama o que se conhece. Mas eu também quero conhecer melhor o meu bairro, para o amar ainda mais, para que ele se entranhe, para aprender de cor a sua alma.
O que é certo é que já dei por mim sentindo falta da minha paisagem quando vou para outros ares.
As raízes começam a crescer.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Rodopiando pela vida
Este momento não foi no meu bairro, mas foi no trajecto do meu bairro para 1 hobby meu.
A vida é linda quando nos desprendemos do que nos assusta.
O vulto da foto era 1 senhor que estava a rodopiar a toda a velocidade na barra do metro. E ele estava tão contente!
Acho que estava acompanhado com algo, que lhe "permitia" comportar-se de tal forma.
Mas fiquei reflectindo sobre esta minha percepção. Porque é que alguém não pode simplesmente rodopiar, alegremente? Porque é que eu e os demais presentes rotulamos aquela situação a um estado alterado? Seria também por mais sinais de expressão corporal? Porque é que se estranha tal atitude?
Às vezes rodopio, mas nunca senti vontade de experimentar com tamanha velocidade.
Captei o momento desta felicidade na sua plenitude.
Captei o momento desta felicidade na sua plenitude.
Assim, posso fazer-lhe companhia, sempre que me apetecer.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Cores
No quintal, há sempre coisas para fazer, actividades para inventar e experimentar.
Hoje, apercebo-me da variedade de cores, neste curto caminho pelo muro, não só no material inerte, como no material vivo.
Ao longe vemos os prédios, nos seus tons branco, beije amarelado e cinzento, com um traço verde.
Agora no detalhe dos seres vivos.
Aqui, distinguem-se várias tonalidades de
| Vermelho e Castanho |
| Preta |
E ao fundo, de forma desfocada, a minha cadela preta.
Continuo a ficar fascinada com o que perdia quando apenas passava por aqui, sem tempo para estar.
Muito bem.
E agora vou para junto do muro e contemplo as cores destas árvores que no Inverno estarão totalmente despidas.
Reparem como são vivos os
| Amarelos |
| Verdes |
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Lua cheia para o S. Martinho
1h30.
Lua cheia, céu magnífico, com nuvens correndo velozes pela madrugada.
Com este tempo ameno apetece estar.
Adoro noites assim.
Lua cheia, céu magnífico, com nuvens correndo velozes pela madrugada.
Com este tempo ameno apetece estar.
Adoro noites assim.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O gesto
Não gosto de prendas por serem caras.
Gosto de prendas que sejam a minha cara.
Prefiro sem custos económicos, mas com custos de dedicação e criatividade.
Hoje, quando ia para o trabalho, encontrei esta prenda para 1 donzela do meu bairro.
Não foi para mim, mas mesmo assim, o nevoeiro que carregava o céu, dissipou-se.
Gosto de prendas que sejam a minha cara.
Prefiro sem custos económicos, mas com custos de dedicação e criatividade.
Hoje, quando ia para o trabalho, encontrei esta prenda para 1 donzela do meu bairro.
Não foi para mim, mas mesmo assim, o nevoeiro que carregava o céu, dissipou-se.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Amanhecendo
A manhã estava a preparar um dia intenso de chuva.
Mesmo assim, ela foi simpática enquanto a visitei:
- deixou-me desfrutar de 1 horizonte belo
- levou diferentes aves ao meu encontro
- e ainda me ofuscou com a brancura dos cogumelos que despontavam por entre as ervas.Obrigada, Manhã.
Bom dia!
Bom dia!
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Por outras paragens
Há um outro espaço verde fora dos Olivais que me traz boas recordações - o jardim Amália. Hoje tinha 1 reunião lá perto, pelo que aproveitei para ir mais cedo e passar pelo jardim com a minha máquina fotográfica.
A manhã estava cinzenta e a certa altura começou mesmo a chover.
Estes são os registos.
A manhã estava cinzenta e a certa altura começou mesmo a chover.
Estes são os registos.
| Espelho de água no Jardim Amália |
| Cimo do Parque Eduardo VII (começou a chover) |
Reparei como a natureza se adapta - estava 1 avião a voar baixinho, com 1 barulho ensurdecedor. Os pombos, no cimo do edifício, nem se mexeram com tal passagem.
| S. Sebastião |
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A perspectiva
Vivo numa cidade.
Não é 1 cidade qualquer. É a capital do País.
"Xiiiii. Isso é só stress, toda a gente a correr para todo o lado, sem tempo para nada."
"Cuidado com os assaltos. A cidade é muito perigosa. Tens que estar atenta!"
Eu gosto de estar atenta. Mas às coisas que me dão prazer e que me fazem aproveitar o que a cidade me pode oferecer de melhor.
E nesta, que já é a cidade que amo, há todas estas dicotomias.
Como as interpretamos? Tudo depende da perspectiva e das escolhas que fazemos sobre o que queremos que faça parte de nós.
Sempre que posso, tal como na figura abaixo, procuro escolher ver as gotas do orvalho na serena vegetação envolvente.
E tu?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Solo esburacado
Nos passeios com a Maggie, volta e meio encontro 1 ou outro montinho de terra.
Hoje, estava a observar o nascer do sol do muro e, por qualquer motivo, olhei para o chão.
Resolvi ir investigar de mais perto.
De vários dos buracos, saiam formigas, atarefadas.
Estas debruçavam-se sobre 1 caracol.
Hoje, estava a observar o nascer do sol do muro e, por qualquer motivo, olhei para o chão.
| Tanto buraco! |
De vários dos buracos, saiam formigas, atarefadas.
Estas debruçavam-se sobre 1 caracol.
Mas junto a outro, sem movimento, jazia 1 insecto.
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