quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Solo esburacado

Nos passeios com a Maggie, volta e meio encontro 1 ou outro montinho de terra.

Hoje, estava a observar o nascer do sol do muro e, por qualquer motivo, olhei para o chão.

Tanto buraco!
Resolvi ir investigar de mais perto.
De vários dos buracos, saiam formigas, atarefadas.

Estas debruçavam-se sobre 1 caracol.



Mas junto a outro, sem movimento, jazia 1 insecto.

  

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Horas extraordinárias

Queria fotografar sem flash, pelo que aquele tronco de árvore estava apetecível para servir de tripé. Lá coloquei a máquina. Quando disparou o flash, reparei que havia uns pontos em movimento.

Afinal, com a crise, também neste tronco começaram a trabalhar mais horas. E pelas 22h30 ainda estavam com a energia toda!!

De pé até ao fim

Resquícios da força do vento de ontem (ou da debilidade deste choupo). A sorte foi que caiu para o sítio certo. Se tivesse caído a 180º deste spot, teria concerteza acertado em vários veículos.


domingo, 23 de outubro de 2011

Apontamentos de Outono

Hoje chegou uma chuva tímida acompanhada de 1 vento sonoro.

As árvores balançam e suas folhas outonais esvoaçam.

Se há umas que do verde já passaram para o castanho seco


Outras ainda guardam aquela coloração avermelhada que os meus olhos apreciam.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A transição

Estamos a meio de Outubro, mas os dias insistem em convidar-nos para um passeio à beira-mar.

A maioria das pessoas escapa à tentação. Afinal de contas, o Outono já começou há quase 1 mês e a vontade de usufruir da praia foi arrumada juntamente com os biquinis e as toalhas de banho até para o ano.

Mesmo assim, o Sr. Verão está relutante em largar. Custou-lhe arrancar e agora quer gozar o que não conseguiu no seu tempo devido.

Mas as folhas são sábias e dizem-lhe, ternamente:

 

  
<>

Sr. Verão, são horas!


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A manhã de ontem

Ontem o rio continuava lindo pela manhã.




O dia tinha 1 sabor especial, porque se iam registar também os sons do meu bairro.



Este registo de sons acontece de 2 em 2 meses, desde Março passado.

Ontem foi o Daniel que veio gravar. Diz que se ouve o pardal comum e a trepadeira comum. Vimos ambos durante a gravação.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ainda o nascer do sol

Porque é que me parece que as palavras e imagens são sempre parcas para traduzir aquilo que mais me enche?

Ainda não domino a técnica da fotografia. Mas como tirar ao nascer do sol e trazer para a fotografia aquela tranquilidade e beleza?

Tentei tirar directamente, mas ficou muito brilhante. Experimentei vários programas da máquina, mas o resultado continuou a não me satisfazer.

Mas depois virei-me para o que aqueles raios iluminam e encontrei pedaços do astro.

   

Se queres ver / compreender o quão significativo é algo ou alguém, olha ao seu redor e procura as suas pegadas.

(Re)nascer

Assistir ao nascer do sol é maravilhoso.

Num céu limpo, os laranjas e vermelhos que o sol pinta na paisagem tornam aconchegantes estes momentos.
Para além da cor que enche o meu olhar, também a sensação de esperança invade o meu espírito com tal paisagem.
É a infinitude de prováveis acontecimentos que ainda estão por desvendar e que gosto de encarar que os mesmos proporcionarão momentos felizes.



E é com este (re)nascer do sol que gosto de (re)começar todos os dias, auspiciando (mais) 1 lindo dia.

sábado, 8 de outubro de 2011

Cogumelos em Setembro

Desde finais de Dezembro de 2010 que fotografo com alguma regularidade o quintal do meu bairro. Durante todos estes meses tem sido particularmente interessante pois, independentemente da estação do ano em que me encontre, despontam cogumelos junto a algumas das árvores do meu quintal.

Estes foram fotografados em Setembro.




Não são lindos?

Ar livre em família

Procuramos participar em actividades interessantes com a nossa filha, em vez de lhe despejar, passivamente, as imagens que passam a 1 ritmo alucinante numa caixa rectangular - a televisão.

Quando o tempo está bom, não há desculpas e gostamos de aproveitar o quintal do nosso bairro.

Para
Saltar

Investigar

Correr
Com tantos espaços verdes mesmo à nossa porta, o mote é divertir, crescendo em família!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O regresso

A actividade tem início, meio e fim.
O início, a preparação, se nos envolvermos com paciência e tempo, acaba por dar algum prazer. O desenrolar da actividade, é óbvio. O fim, geralmente ocorre quando estamos cansados ou não temos mais tempo.

Este último regresso de bicicleta soube particularmente bem, pois consegui ter tempo para ir do Vale do Silêncio a casa de uma amiga, falar com ela e regressar a casa ao mesmo tempo que o meu marido, que chegava de carro do mesmo local de partida que eu.

Andar de bicicleta a pequenas distâncias dá-nos TEMPO. E isso, para mim, é muito precioso.


A preparação

Para andarmos de bicicleta com a filha, procuramos prepararmo-nos o melhor possível, tendo em atenção a sua segurança. O pai vai preparando a bicicleta: verifica os pneus, os travões, leva a bicicleta para a rua e instala a cadeira. A mãe vai vestindo a menina, pondo-lhe o capacete e impedindo que se sente na cadeira antes de estar montada na bicicleta.

Este ritual que outrora me levava 5-10 minutos quando ia sozinha de bicicleta, agora requer dois adultos, e, tendo uma criança pequena excitadíssima para ir andar na cadeira da bicicleta, acaba por demorar algum tempo.

Dá-nos um gozo enorme ver este prazer que a miúda tem desde a preparação da actividade.

Além disso, o próprio processo de preparação faz parte da actividade, ensina o que é esperar e dá-lhe 1 gostinho acrescido.
Pomo-la na cadeira, relembramos-lhe as instruções e up we go.





 

domingo, 2 de outubro de 2011

O que fotografar numa árvore?

Podemos olhar e fotografar uma árvore de diferentes formas.

Há quem prefira tirar fotografias da árvore no seu Todo.

a) De forma individual, como a árvore seguinte, que nesta altura do ano tem estes tons vermelhos (e que já tinha mostrado num post anterior);


b) De forma integrada na paisagem, com outra flora.


Ou então incidir a nossa atenção para certos detalhes.

No caso da árvore seguinte, adoro fotografá-la todo o ano - tem sempre características agradáveis ao meu olhar: o tronco, as folhas, os frutos, pelo seu formato e cor. Agora já se começa a vestir de amarelo alaranjado.

Nesta 6.ª f, a luz matinal do sol fazia realçar estes fragmentos.



Mas a copa das árvores e o seu enquadramento com o céu também podem ser opção.


O que é certo é que de olhos postos no céu, na linha do horizonte ou no chão, há sempre coisas interessantes para observar.

E se não as consegue distinguir à primeira, não se preocupe. Há de chegar o momento em que lhe saltam à vista.


Bom fim-de-semana.